quinta-feira, 28 de agosto de 2008

Palhacinho


E como a palavra de ordem é reutilizar, deixo-vos com este palhaço gigante que fotografei no meu último estágio em A.T.L. Todo feito com restos de tecidos :)


quarta-feira, 27 de agosto de 2008

Gatitos

Aprendemos a fazer dobragens de gatos!!!

Passo a passo:


1- Corta-se um quadrado com os lados iguais e bem certinhos.


2- Depois pegamos numa das pontas do quadrado e juntamos à sua ponta oposta, formando um triângulo.


3- Depois pegamos nas pontinhas do nosso triângulo, viramos para cima, de modo a fazer umas orelhinhas, e dobramos também a pontinha da cabeça para dentro.


4- Colamos a cabeça do nosso gato, desenhamos uma carita e o resto do corpo e pronto!!!



As nossas Férias :)




*****http://br.youtube.com/watch?v=wKXivJlBOFI*****

terça-feira, 26 de agosto de 2008

O nosso Ovinho

Sim; eu sei que estamos muito longe da Páscoa, mas, o meu computador ainda se encontra um bocadinho desorganizado, por isso vou colocando as actividades conforme as vou encontrando.
Por alturas da Páscoa, eu e o meu grupinho de estágio decidimos fazer um ovo gigante para enfeitar a nossa porta. E assim foi, todos juntos sugerimos e construimos o nosso ovo. Desenhámos, cortámos e decorá-mos. Todos os elementos que utilizámos para a decoração, foram aproveitados, de outros trabalhos; utilizámos restinhos de folha de eva, papel de jornal, papel de lustro, cartolinas, e papel celofane, tudo restinhos guardados. Assim, reutilizámos!!! Fizemos um laçarote em papel crepe e voilá, o nosso ovinho ficou completo, e ficou muito lindo :)



sábado, 23 de agosto de 2008

Fantoches Dedoches


Durante as férias no Alentejo, tive oportunidade de comprar este conjunto de fantoches dedoches para o meu enxoval de educadora. São tão lindos, que confesso que não resisti. Todos os dias passava na montra e babava-me para os bonecos, até que, o meu namorado, farto de me ouvir, me ofereceu os fantoches!!! E eu passei os restantes dias a brincar com eles, a explorá-los e a olhar para a embalagem como se fosse uma preciosidade. Adoro-os :) Traziam a história do Capuchinho Vermelho, dos 3 porquinhos e do Hansel e Gretel, e são tãooooooooo fofos!!!










segunda-feira, 21 de julho de 2008

"É bom sujar-se"

Podem crer que é!!! Nada como uns bons brigadeiros para termos a desculpa de andar todos sujos e de lamber os dedinhos! Hum nham nham. Ah, nesta receita o leite condensado não precisa ser cozido. É só misturar chocolate em pó, leite condensado, e misturar palitos triturados, fazer bolinhas, passar no côco e papari! Se puder ir ao fresquinho um bocadinho, melhor ainda! Adoptei o slogan da Skip pa mim - "É bom sujar-se", e os papás deviam entender isto :) por isso a minha sugestão para o próximo fim de semana é: fazer brigadeiros com os vossos filhos, em vez de vegetar em frente à TV, desta forma os papás vão perceber como é bom ter as mãos cheias de chocolate, e que uma nódoa de vez em quando não faz mal :)











Férias!!!!!

Muenses vou ter saudadinhas!!!




Agora é só contar os dias para ir de férias contigo eheheh :)



sábado, 19 de julho de 2008

Jogo de Bowling

Muito simples minhas queridas, garrafas decoradas por vocês ou por as crianças, e uma bola, ou meias velhas enrroladas em forma de bola! Enche-se as garrafas com um bocadinho de água para dificultar a tarefa, e pronto!!! Giro hum Lool :) Estamos a reutilizar!!!


sábado, 12 de julho de 2008

O Coelhinho Branco - Lembranças boas :)


Pois é, andei a remexer em fotos e encontrei estas. A nossa pecinha do Coelhinho Branco ficou muito gira, e as crianças adoraram, elas até queriam mais tadinhas. Este foi dos melhores estágios de sempre!!! Cresci tanto.. tenho saudadinhas pulgas saltitantes :)








E Viva a Ignorância - Amy Winehouse?? Duffy??? nop Gabriela Climi

quinta-feira, 10 de julho de 2008

Livro de Símbolos - A Polegarzinha

Caros leitores, lol, aqui vos deixo as fotos de um trabalho realizado em grupo, por mim, e por as minhas queridas colegas muenses. Na nossa cadeira de Literatura, foi-nos pedido que criássemos um livro de símbolos. como o próprio nome indica, este livro, tinha de ser, o menos figurativo possível, e seria todo construído com materiais que simbolizassem as personagens. Cada objecto foi devidamente pensado e explicado. Escolhemos a história da Polegarzinha, pois um dos requisitos era o de ser uma história tradicional. Escolhemos também, o contar a história utilizando um suporte diferente; assim, construimos uma flor, em que cada pétala representasse uma cena da história. Aqui ficam as fotos, devidamente identificadas. Espero que gostem, e lembrem-se, do mais importante, mesmo que não tenham recursos financeiros para comprar livros infantis, podem muito bem construir os vossos, e treinem muito bem o contar, pois neste livro, não se lê :)
Aqui fica a nossa versão da história, adaptada ao livro.
Legenda
Capa


História
Era uma vez….

Uma mulher que vivia muito, muito triste. Vivia sozinha na sua casa na floresta e chorava por não ter filhos.
Um dia decidiu procurar a bruxa boa da floresta e pedir-lhe que a ajudasse a ter um filho. A bruxa assim fez. Ofereceu-lhe uma semente que era mágica, e ela plantou.
Os meses foram passando, e a pequena sementinha, deu lugar a uma linda flor. A mulher ficou tão feliz, que deu um beijinho de alegria numa pétala da flor. No mesmo instante ouviu um pequeno Click. Surpreendida, aproximou-se da flor, e viu dentro dela uma menina que descansava. Era bela como um pôr do sol, e tão tão pequenina, que cabia na palma da mão. Era quase do tamanho de um polegar, e por isso, ficou a chamar-se Polegarzinha. A Polegarzinha tinha um talento especial: Cantava tão bem quanto os pássaros na Primavera. Um dia, enquanto dançava e cantava junto da sua flor, um sapo que por ali andava perto, ficou à janela a escutar a sua linda voz. “Hummm, que rica esposa para o meu filho; dará uma excelente nora”. – pensou o sapo, e num pulo, saltou para dentro de casa, roubou a Polegarzinha, e fugiu.






Colocou a Polegarzinha num nenúfar mesmo no centro do lago, pois assim seria mais difícil fugir. Enquanto foi buscar o seu filho, a Polegarzinha, ficou sozinha. Tentou libertar-se, mas não conseguia, havia água por todo o lado e ela não sabia nadar. Desesperada começou a chorar. O sapo chegou, trazendo o seu filho. Era tão feio quanto o pai. A Polegarzinha tinha cada vez mais vontade de chorar.

Um escaravelho que por ali passava teve pena dela por estar tão triste. Ela era tão pequenina e tão bonita, que o escaravelho decidiu ajudá-la. Voou sobre os sapos, e com as suas patinhas, puxou a Polegarzinha do nenúfar, e voou com ela para longe. Pousaram no ramo de uma árvore. A Polegarzinha estava com muito medo, e sentia-se perdida. Só queria ver a sua mãe. O escaravelho queria que todos os seus amigos escaravelhos vissem a Polegarzinha; queria mostrar-lhes como ela era bonita. Vieram de todos os cantos da floresta só para a ver. Mas acharam-na feia. Afinal, só tinha dois braços e duas pernas. O escaravelho ficou muito desanimado, e decidiu abandoná-la na floresta.




A Polegarzinha ficou muito doente, pois o Inverno aproximava-se. Tinha frio, fome e sede. Um dia, enquanto descansava junto de uma árvore, um rato passou. Ao ver a Polegarzinha naquele estado, decidiu ajudá-la. Levou-a para a sua casa na floresta, onde tratou dela. O tempo foi passando, e a Polegarzinha ia ficando muito melhor. O rato tinha-se tornado num grande amigo.





O senhor Toupeiro, que vivia numa toca ali ao lado, gostava muito da Polegarzinha, e queria casar com ela. A Polegarzinha aceitou, pois já tinha perdido todas as esperanças de um dia voltar a ver a sua mãe. No dia do casamento, a Polegarzinha veio até à floresta, ver pela última vez a luz do sol, sentir o vento, e ouvir o cantar dos pássaros. Cantou uma última vez. Uma andorinha que por ali voava ouviu a tristeza na sua voz e parou junto dela. A Polegarzinha assustou-se, afinal a andorinha era muito maior que ela. Ao descobrir a razão pela qual a Polegarzinha estava tão triste, a andorinha disse-lhe para ela subir para as suas costas para a levar para um sítio onde ela poderia ser feliz.




Depois de uma longa viagem, chegaram a um país diferente, onde havia muito sol, muitas flores, e dentro de cada uma, viviam pequenos polegarzinhos como ela. No meio dessas flores, havia uma mais bonita que todas as outras. Foi nessa mesma flor, mesmo no centro que pousaram e qual não foi o espanto quando descobriram que nela vivia um lindo príncipe. Era tão lindo como ela nunca havia visto. Apaixonaram-se ao primeiro olhar, e o príncipe, encantado com a sua beleza, logo a pediu em casamento.


Fizeram uma linda festa de casamento, cheia de convidados. Trocaram muitas juras de amor, e viveram felizes para sempre.

Pózinhos de Perlimpinpin, esta História chegou ao fim!!!!


segunda-feira, 7 de julho de 2008

Bonequitos Multiculturais

Aqui vos deixo mais uma ideia de trabalho para o tema da multiculturalidade!!! Como acho que já referi, este é sem dúvida um dos meus temas preferidos para trabalhar com as crianças, acho-o actual, pertinente, interessante, divertido, enfim... tudo de bom!!! Estes bonequinhos multiculturais foram realizados em estágio de A.T.L., mas, obviamente nós também os podemos fazer. A base que mantém os bonecos de pé, é uma simples garrafa de plástico cheia de areia para fazer peso; cada bonequinho foi vestido com trajes tradicionais, utilizando restos de tecidos. Ficaram muito giros né???

sábado, 5 de julho de 2008

Tás Triste???

A - Neuza, porque é que faltaste estes dias todos?
Eu- Então, na Quinta a Neuza teve com asma...
A- Ah falta de ar!
Eu- Sim, e depois na Sexta, morreu o avô da Neuza e tive de ir até à terra dele para o funeral.
A- Ficaste muito triste?
B- Claro que ficou triste! Quando morreu o cão da minha tia também ela também ficou! É que ele tava muito doente, e depois foi para o hospital e morreu, e depois também foi o funeral. Mas não estejas triste, nós damos-te miminhos!!!

*** Que saudades minhas lindas!!!!

segunda-feira, 30 de junho de 2008

Para Reflectir

A adolescência é progresso e não regresso, evolução e não involução; e a própria vida é desenvolvimento e não eterno retorno. A adolescência é desapego da infância e não hiperapego; simplesmente, a separação acompanha-se de revisão da ligação – revisão nostálgica, que aparenta um reforço.

Coimbra de Matos



É precisso diálogo, mas há situações que não são negociáveis: se os pais se informaram e estão preocupados com os riscos de um determinado comportamento, devem começar por explicar bem mas, a certa altura, a palavra de ordem correcta não pode causar medo: naquele momento é necessário proibir. Ao fim de trinta anos de trabalho com adolescentes, verifico que a queixa mais frequente dos jovens não é sobre o eventual autoritarismo dos pais: referem muito mais vezes como teria sido importante que um pai ou um adulto de referência lhes tivesse dito não, em vez de encolher os ombros ou de uma tímida recomendação de cuidado.

Daniel Sampaio


Antes de assumirmos qualquer compromisso é de uma recusa que este nosso mundo precisa. Da recusa de uma visão do mundo tal como nos é apresentado, fazendo-nos crer que não existem outras alternativas. É portanto uma mudança de perspectiva ética e filosófica. Uma recusa que mostre a convicção de nada estar verdadeiramente jogado para o homem. Que o seu futuro continua em aberto, se assim o entendermos. Estamos a entrar numa outra civilização e por isso importa estar muito atento. Porque, meu amigo, deixe-me que lhe diga: este novo século XXI ou será ético e espiritual ou não será.

Eulália Barros

Kittie