quinta-feira, 28 de agosto de 2008
quarta-feira, 27 de agosto de 2008
Gatitos
Passo a passo:
1- Corta-se um quadrado com os lados iguais e bem certinhos.
2- Depois pegamos numa das pontas do quadrado e juntamos à sua ponta oposta, formando um triângulo.
3- Depois pegamos nas pontinhas do nosso triângulo, viramos para cima, de modo a fazer umas orelhinhas, e dobramos também a pontinha da cabeça para dentro.
4- Colamos a cabeça do nosso gato, desenhamos uma carita e o resto do corpo e pronto!!!

terça-feira, 26 de agosto de 2008
O nosso Ovinho

sábado, 23 de agosto de 2008
Fantoches Dedoches




segunda-feira, 21 de julho de 2008
"É bom sujar-se"





sábado, 19 de julho de 2008
Jogo de Bowling

sábado, 12 de julho de 2008
quinta-feira, 10 de julho de 2008
Livro de Símbolos - A Polegarzinha
História
Uma mulher que vivia muito, muito triste. Vivia sozinha na sua casa na floresta e chorava por não ter filhos.
Um dia decidiu procurar a bruxa boa da floresta e pedir-lhe que a ajudasse a ter um filho. A bruxa assim fez. Ofereceu-lhe uma semente que era mágica, e ela plantou.
Colocou a Polegarzinha num nenúfar mesmo no centro do lago, pois assim seria mais difícil fugir. Enquanto foi buscar o seu filho, a Polegarzinha, ficou sozinha. Tentou libertar-se, mas não conseguia, havia água por todo o lado e ela não sabia nadar. Desesperada começou a chorar. O sapo chegou, trazendo o seu filho. Era tão feio quanto o pai. A Polegarzinha tinha cada vez mais vontade de chorar.
A Polegarzinha ficou muito doente, pois o Inverno aproximava-se. Tinha frio, fome e sede. Um dia, enquanto descansava junto de uma árvore, um rato passou. Ao ver a Polegarzinha naquele estado, decidiu ajudá-la. Levou-a para a sua casa na floresta, onde tratou dela. O tempo foi passando, e a Polegarzinha ia ficando muito melhor. O rato tinha-se tornado num grande amigo.
O senhor Toupeiro, que vivia numa toca ali ao lado, gostava muito da Polegarzinha, e queria casar com ela. A Polegarzinha aceitou, pois já tinha perdido todas as esperanças de um dia voltar a ver a sua mãe. No dia do casamento, a Polegarzinha veio até à floresta, ver pela última vez a luz do sol, sentir o vento, e ouvir o cantar dos pássaros. Cantou uma última vez. Uma andorinha que por ali voava ouviu a tristeza na sua voz e parou junto dela. A Polegarzinha assustou-se, afinal a andorinha era muito maior que ela. Ao descobrir a razão pela qual a Polegarzinha estava tão triste, a andorinha disse-lhe para ela subir para as suas costas para a levar para um sítio onde ela poderia ser feliz.
Depois de uma longa viagem, chegaram a um país diferente, onde havia muito sol, muitas flores, e dentro de cada uma, viviam pequenos polegarzinhos como ela. No meio dessas flores, havia uma mais bonita que todas as outras. Foi nessa mesma flor, mesmo no centro que pousaram e qual não foi o espanto quando descobriram que nela vivia um lindo príncipe. Era tão lindo como ela nunca havia visto. Apaixonaram-se ao primeiro olhar, e o príncipe, encantado com a sua beleza, logo a pediu em casamento.
Fizeram uma linda festa de casamento, cheia de convidados. Trocaram muitas juras de amor, e viveram felizes para sempre.
segunda-feira, 7 de julho de 2008
Bonequitos Multiculturais
Aqui vos deixo mais uma ideia de trabalho para o tema da multiculturalidade!!! Como acho que já referi, este é sem dúvida um dos meus temas preferidos para trabalhar com as crianças, acho-o actual, pertinente, interessante, divertido, enfim... tudo de bom!!! Estes bonequinhos multiculturais foram realizados em estágio de A.T.L., mas, obviamente nós também os podemos fazer. A base que mantém os bonecos de pé, é uma simples garrafa de plástico cheia de areia para fazer peso; cada bonequinho foi vestido com trajes tradicionais, utilizando restos de tecidos. Ficaram muito giros né??? 
sábado, 5 de julho de 2008
Tás Triste???
*** Que saudades minhas lindas!!!!
segunda-feira, 30 de junho de 2008
Para Reflectir
A adolescência é progresso e não regresso, evolução e não involução; e a própria vida é desenvolvimento e não eterno retorno. A adolescência é desapego da infância e não hiperapego; simplesmente, a separação acompanha-se de revisão da ligação – revisão nostálgica, que aparenta um reforço.
Coimbra de Matos
É precisso diálogo, mas há situações que não são negociáveis: se os pais se informaram e estão preocupados com os riscos de um determinado comportamento, devem começar por explicar bem mas, a certa altura, a palavra de ordem correcta não pode causar medo: naquele momento é necessário proibir. Ao fim de trinta anos de trabalho com adolescentes, verifico que a queixa mais frequente dos jovens não é sobre o eventual autoritarismo dos pais: referem muito mais vezes como teria sido importante que um pai ou um adulto de referência lhes tivesse dito não, em vez de encolher os ombros ou de uma tímida recomendação de cuidado.
Daniel Sampaio
Antes de assumirmos qualquer compromisso é de uma recusa que este nosso mundo precisa. Da recusa de uma visão do mundo tal como nos é apresentado, fazendo-nos crer que não existem outras alternativas. É portanto uma mudança de perspectiva ética e filosófica. Uma recusa que mostre a convicção de nada estar verdadeiramente jogado para o homem. Que o seu futuro continua em aberto, se assim o entendermos. Estamos a entrar numa outra civilização e por isso importa estar muito atento. Porque, meu amigo, deixe-me que lhe diga: este novo século XXI ou será ético e espiritual ou não será.
Eulália Barros










