










Colocou a Polegarzinha num nenúfar mesmo no centro do lago, pois assim seria mais difícil fugir. Enquanto foi buscar o seu filho, a Polegarzinha, ficou sozinha. Tentou libertar-se, mas não conseguia, havia água por todo o lado e ela não sabia nadar. Desesperada começou a chorar. O sapo chegou, trazendo o seu filho. Era tão feio quanto o pai. A Polegarzinha tinha cada vez mais vontade de chorar.
A Polegarzinha ficou muito doente, pois o Inverno aproximava-se. Tinha frio, fome e sede. Um dia, enquanto descansava junto de uma árvore, um rato passou. Ao ver a Polegarzinha naquele estado, decidiu ajudá-la. Levou-a para a sua casa na floresta, onde tratou dela. O tempo foi passando, e a Polegarzinha ia ficando muito melhor. O rato tinha-se tornado num grande amigo.
Depois de uma longa viagem, chegaram a um país diferente, onde havia muito sol, muitas flores, e dentro de cada uma, viviam pequenos polegarzinhos como ela. No meio dessas flores, havia uma mais bonita que todas as outras. Foi nessa mesma flor, mesmo no centro que pousaram e qual não foi o espanto quando descobriram que nela vivia um lindo príncipe. Era tão lindo como ela nunca havia visto. Apaixonaram-se ao primeiro olhar, e o príncipe, encantado com a sua beleza, logo a pediu em casamento.
Fizeram uma linda festa de casamento, cheia de convidados. Trocaram muitas juras de amor, e viveram felizes para sempre.
Aqui vos deixo mais uma ideia de trabalho para o tema da multiculturalidade!!! Como acho que já referi, este é sem dúvida um dos meus temas preferidos para trabalhar com as crianças, acho-o actual, pertinente, interessante, divertido, enfim... tudo de bom!!! Estes bonequinhos multiculturais foram realizados em estágio de A.T.L., mas, obviamente nós também os podemos fazer. A base que mantém os bonecos de pé, é uma simples garrafa de plástico cheia de areia para fazer peso; cada bonequinho foi vestido com trajes tradicionais, utilizando restos de tecidos. Ficaram muito giros né??? 
A adolescência é progresso e não regresso, evolução e não involução; e a própria vida é desenvolvimento e não eterno retorno. A adolescência é desapego da infância e não hiperapego; simplesmente, a separação acompanha-se de revisão da ligação – revisão nostálgica, que aparenta um reforço.
Coimbra de Matos
É precisso diálogo, mas há situações que não são negociáveis: se os pais se informaram e estão preocupados com os riscos de um determinado comportamento, devem começar por explicar bem mas, a certa altura, a palavra de ordem correcta não pode causar medo: naquele momento é necessário proibir. Ao fim de trinta anos de trabalho com adolescentes, verifico que a queixa mais frequente dos jovens não é sobre o eventual autoritarismo dos pais: referem muito mais vezes como teria sido importante que um pai ou um adulto de referência lhes tivesse dito não, em vez de encolher os ombros ou de uma tímida recomendação de cuidado.
Daniel Sampaio
Antes de assumirmos qualquer compromisso é de uma recusa que este nosso mundo precisa. Da recusa de uma visão do mundo tal como nos é apresentado, fazendo-nos crer que não existem outras alternativas. É portanto uma mudança de perspectiva ética e filosófica. Uma recusa que mostre a convicção de nada estar verdadeiramente jogado para o homem. Que o seu futuro continua em aberto, se assim o entendermos. Estamos a entrar numa outra civilização e por isso importa estar muito atento. Porque, meu amigo, deixe-me que lhe diga: este novo século XXI ou será ético e espiritual ou não será.
Eulália Barros
Esta época do ano é por norma totalmente caótica nos Jardins de Infância, creches e A.T.L's. As preparações para as festas de final de ano levam muito tempo, e são por vezes esgotantes para os miudos. A nossa festinha está quase quase ai, os paineis estão todos prontos, os meninos mais ou menos preparados para dançar, para fazerem as suas apresentações, e nós nervosas para que tudo corra bem. Nesta altura do ano, detesto ver meninos pequeninos a fazerem teatrinhos e coisinhas assim, é demais, esperarem que crianças de 2 anos consigam fazer um optimo trabalho. Ao invés disso, porque não colocar os pais a trabalhar, a fazer uma apresentação para os filhos juntamente com as educadoras? Não me digam que é impossivel porque já o vi ser feito e correu às mil maravilhas e é muito melhor do que ter bebés sentado num palco, alguns a chorar porque querem os pais e estão assustados perante uma plateia tão grande. Acho demais. 




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