sábado, 12 de julho de 2008
quinta-feira, 10 de julho de 2008
Livro de Símbolos - A Polegarzinha
História
Uma mulher que vivia muito, muito triste. Vivia sozinha na sua casa na floresta e chorava por não ter filhos.
Um dia decidiu procurar a bruxa boa da floresta e pedir-lhe que a ajudasse a ter um filho. A bruxa assim fez. Ofereceu-lhe uma semente que era mágica, e ela plantou.
Colocou a Polegarzinha num nenúfar mesmo no centro do lago, pois assim seria mais difícil fugir. Enquanto foi buscar o seu filho, a Polegarzinha, ficou sozinha. Tentou libertar-se, mas não conseguia, havia água por todo o lado e ela não sabia nadar. Desesperada começou a chorar. O sapo chegou, trazendo o seu filho. Era tão feio quanto o pai. A Polegarzinha tinha cada vez mais vontade de chorar.
A Polegarzinha ficou muito doente, pois o Inverno aproximava-se. Tinha frio, fome e sede. Um dia, enquanto descansava junto de uma árvore, um rato passou. Ao ver a Polegarzinha naquele estado, decidiu ajudá-la. Levou-a para a sua casa na floresta, onde tratou dela. O tempo foi passando, e a Polegarzinha ia ficando muito melhor. O rato tinha-se tornado num grande amigo.
O senhor Toupeiro, que vivia numa toca ali ao lado, gostava muito da Polegarzinha, e queria casar com ela. A Polegarzinha aceitou, pois já tinha perdido todas as esperanças de um dia voltar a ver a sua mãe. No dia do casamento, a Polegarzinha veio até à floresta, ver pela última vez a luz do sol, sentir o vento, e ouvir o cantar dos pássaros. Cantou uma última vez. Uma andorinha que por ali voava ouviu a tristeza na sua voz e parou junto dela. A Polegarzinha assustou-se, afinal a andorinha era muito maior que ela. Ao descobrir a razão pela qual a Polegarzinha estava tão triste, a andorinha disse-lhe para ela subir para as suas costas para a levar para um sítio onde ela poderia ser feliz.
Depois de uma longa viagem, chegaram a um país diferente, onde havia muito sol, muitas flores, e dentro de cada uma, viviam pequenos polegarzinhos como ela. No meio dessas flores, havia uma mais bonita que todas as outras. Foi nessa mesma flor, mesmo no centro que pousaram e qual não foi o espanto quando descobriram que nela vivia um lindo príncipe. Era tão lindo como ela nunca havia visto. Apaixonaram-se ao primeiro olhar, e o príncipe, encantado com a sua beleza, logo a pediu em casamento.
Fizeram uma linda festa de casamento, cheia de convidados. Trocaram muitas juras de amor, e viveram felizes para sempre.
segunda-feira, 7 de julho de 2008
Bonequitos Multiculturais
Aqui vos deixo mais uma ideia de trabalho para o tema da multiculturalidade!!! Como acho que já referi, este é sem dúvida um dos meus temas preferidos para trabalhar com as crianças, acho-o actual, pertinente, interessante, divertido, enfim... tudo de bom!!! Estes bonequinhos multiculturais foram realizados em estágio de A.T.L., mas, obviamente nós também os podemos fazer. A base que mantém os bonecos de pé, é uma simples garrafa de plástico cheia de areia para fazer peso; cada bonequinho foi vestido com trajes tradicionais, utilizando restos de tecidos. Ficaram muito giros né??? 
sábado, 5 de julho de 2008
Tás Triste???
*** Que saudades minhas lindas!!!!
segunda-feira, 30 de junho de 2008
Para Reflectir
A adolescência é progresso e não regresso, evolução e não involução; e a própria vida é desenvolvimento e não eterno retorno. A adolescência é desapego da infância e não hiperapego; simplesmente, a separação acompanha-se de revisão da ligação – revisão nostálgica, que aparenta um reforço.
Coimbra de Matos
É precisso diálogo, mas há situações que não são negociáveis: se os pais se informaram e estão preocupados com os riscos de um determinado comportamento, devem começar por explicar bem mas, a certa altura, a palavra de ordem correcta não pode causar medo: naquele momento é necessário proibir. Ao fim de trinta anos de trabalho com adolescentes, verifico que a queixa mais frequente dos jovens não é sobre o eventual autoritarismo dos pais: referem muito mais vezes como teria sido importante que um pai ou um adulto de referência lhes tivesse dito não, em vez de encolher os ombros ou de uma tímida recomendação de cuidado.
Daniel Sampaio
Antes de assumirmos qualquer compromisso é de uma recusa que este nosso mundo precisa. Da recusa de uma visão do mundo tal como nos é apresentado, fazendo-nos crer que não existem outras alternativas. É portanto uma mudança de perspectiva ética e filosófica. Uma recusa que mostre a convicção de nada estar verdadeiramente jogado para o homem. Que o seu futuro continua em aberto, se assim o entendermos. Estamos a entrar numa outra civilização e por isso importa estar muito atento. Porque, meu amigo, deixe-me que lhe diga: este novo século XXI ou será ético e espiritual ou não será.
Eulália Barros
sexta-feira, 13 de junho de 2008
Tá quase a festinha!
Esta época do ano é por norma totalmente caótica nos Jardins de Infância, creches e A.T.L's. As preparações para as festas de final de ano levam muito tempo, e são por vezes esgotantes para os miudos. A nossa festinha está quase quase ai, os paineis estão todos prontos, os meninos mais ou menos preparados para dançar, para fazerem as suas apresentações, e nós nervosas para que tudo corra bem. Nesta altura do ano, detesto ver meninos pequeninos a fazerem teatrinhos e coisinhas assim, é demais, esperarem que crianças de 2 anos consigam fazer um optimo trabalho. Ao invés disso, porque não colocar os pais a trabalhar, a fazer uma apresentação para os filhos juntamente com as educadoras? Não me digam que é impossivel porque já o vi ser feito e correu às mil maravilhas e é muito melhor do que ter bebés sentado num palco, alguns a chorar porque querem os pais e estão assustados perante uma plateia tão grande. Acho demais. 




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Festas Populares
Aqui ficam algumas musicas e algumas quadras que podem, ou não, trabalhar com os vossos meninos!
Lisboa já tem sol mas cheira a lua,
Quando nasce a madrugada sorrateira
E o primeiro eléctrico da rua
Faz coro c'oa chinela da Ribeira.
Se chove, cheira a terra prometida,
Procissões têm cheiro a rosmaninho.
Na tasca da viela mais escondida,
Cheira a iscas (com elas) e a vinho.
Um craveiro numa água furtada,
Cheira bem, cheira a Lisboa!
Uma rosa a florir na tapada,
Cheira bem, cheira a Lisboa!
A fragata que se ergue na proa,
A varina que teima em passar,
Cheiram bem porque são de Lisboa,
Lisboa tem cheiro de flores e de mar!
Lisboa cheira aos cafés do Rossio,
E o fado cheira sempre a solidão,
Cheira a castanha assada, se está frio,
Cheira a fruta madura, quando é Verão.
Nos lábios tem o cheiro dum sorriso,
Manjerico tem o cheiro de cantigas,
E os rapazes perdem o juízo
Quando lhes dá o cheiro a raparigas.
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Lá vai Lisboa
Com a saia cor do mar
E todo o bairro é um noivo
Que com ela vai casar.
Lá vai Lisboa
Com seu arquinho e balão
Com cantiguinhas na boca
E amor no coração.
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Ai chega, chega, chega a minha agulha
Afasta, afasta, afasta, afasta o meu dedal
Brejeira não sejas trafulha
Ò linda vem cozer o avental (Ó paizinho que eu não consigo)
Ai chega, chega, chega a minha agulha
Afasta, afasta, afasta, afasta o meu dedal
Brejeira não sejas trafulha, ai não
És a mais bela fresca agulha em Portugal
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Santo António já se acabou
E o S.Pedro está-se a acabar
S.João, S.João, S.João,
Dá cá um balão para eu brincar.
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Ó-i-ó-ai, fui comprar um manjerico
Ó-i-ó-ai,fui daqui pr'ó bailarico
Eu tenho uma gaiata aqui dependurada
Que tem mesmo a lata lá da namorada
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Lisboa, gaiata, de chinela no péLisboa,
travessa, que linda que ela é!
Lisboa, bailarina, que bailas a cantar
Sereia pequenina que nos guarda pelo mar
Lisboa, vem pra rua
que o Santo Antônio é teu
São Pedro deu-te a lua
e o mundo escureceu
Comprei-te um manjerico
e trago-te um balão
Em casa é que eu não fico
ó meu rico São João
Lisboa faz surgir, ai, que milagre é aquele?
Cantigas a florir
num cravo de papel
Nos arcos enfeitados
poisaram as estrelas
E há anjos debruçados
nos telhados das vielas
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quinta-feira, 12 de junho de 2008
sexta-feira, 6 de junho de 2008
Dia dos Namorados

quarta-feira, 4 de junho de 2008
Dia de Reis
terça-feira, 3 de junho de 2008
Dia da Criança

Então, ofereci a mim mesma, uma malinha muito bonitinha feita por uma das auxiliares do meu estágio! É só pessoas habilidosas por lá, e depois fui até à feira do livro, que ainda está a decorrer em Lisboa, e comprei estes dois livros muito giros. O Bicharoco que era Oco ( A. Ventura e Carla Pott) e A Formiga Horripilante (Liz Pichon), ambos muito bons e engraçados! E pronto. Façam como eu, e visitem a Feira este ano, está fabulosa!
domingo, 1 de junho de 2008
I vos Love :)







